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domingo, 4 de dezembro de 2011


Na fila do supermercado, o caixa diz uma senhora idosa:

- A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigáveis com o ambiente.

A senhora pediu desculpas e disse:

- Não havia essa onda verde no meu tempo.

O empregado respondeu:

- Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com o nosso ambiente.

- Você está certo - responde a velha senhora - nossa geração não se preocupou adequadamente com o ambiente. Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A

loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.

Realmente não nos preocupamos com o ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhávamos até o comércio, ao invés de usar o nosso
 carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.

Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o ambiente. Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.

Mas é verdade: não havia preocupação com o ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como?

Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo,
não plastico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar. Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade.

Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos.

Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lâmina ficou
sem corte.

Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.

Então, não é risível que a atual geração fale tanto em "meio ambiente", mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?    



Não sei de qual dos blogs por onde eu passo tinha esse texto.E achei muito bom.Se souberem me avisem, pode ser?Bjos.Bom Domingo!

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

1......2.3

Olá, tudo bem com vocês?
Chove e faz 23° em Porto Alegre neste momento.
Então, fiz aniversário semana passada.hora dessas mostro os presente.Mas isso não interessa, o que interessa foi que de tudo que aconteceu nesses dias que cercaram o meu aniversário, todas me fizeram pensar (mal de pessoas desse signo, tudo é profundo).

Quem não me deu parabéns(poxa, tem facebook não tem?), quem lembrou as coisas que eu disse que precisava e além disso se preocupou em combinar comigo.Quem eu nem imaginava que se lembraria.Os lugares em que eu fui, a primeira viagem internacional (não deixa de ser...) entre amigos. E ter recebido dinheiro por aquilo que eu fiz. Já tinha acontecido antes mas eu estava naquela época tão preocupada com o dinheiro que me parecia bem óbvio.Dessa vez eu me importo com o que eu faço, então o significado é outro.Eu faço algo que vejo o resultado.E ganhar por isso é um plus.Faço porque aprendo e não pela grana.E dessa vez me sinto mais responsável com o meu dinheiro.sei para onde foi cada centavo do meu dinheiro.

Paguei as contas, me proporcionei coisas que eu queria, comprei presentes.Só tem alguns que não entreguei ainda porque ainda não fui ao Correio ou porque a pessoa mora tão perto mas nosas vidas estão tão opostas que parece que moramos longe.
Mas é isso.Essa sensação de tranquilidade.de saber que, apesar de erros de percurso, sei o que estou fazendo.o fato de ter a minha vida nas minhas mãos, me deixa bem feliz.

Beijos.



Meu amor eu sinto muito, muito, muito, mas vou indo.(que musica é essa?)